Livro do Cléber Miranda na Amazon

Cléber Miranda, Educador Financeiro, lança livro básico de educação financeira na Amazon. O livro está disponível no formato Kindle e em outros formatos.

O livro é objetivo. O custo é irrisório mas o valor é imenso. Vai te ajudar a dar uma virada na sua vida financeira.

É um livro simples porque os conceitos são simples.

Já dizia o autor de O Homem Mais Rico da Babilônia: A verdade normalmente é simples.

Vamos espalhar educação financeira pelo Brasil. Ensinar ao máximo de pessoas os conceitos mais simples relacionados ao dinheiro e investimentos.

O livro é minha contribuição no debate público agora em forma de livro.

Vamos aprender juntos.

 

Contato: cleber99998@gmail.com

Instagram: @minhagrana

Educação para o crédito

Esse é um comentário do Blog do Crédito do Fernando Blanco, o link dele está ao lado no blog roll:

http://blogdocredito.wordpress.com/2009/07/10/in-obama-i-trust-part-iii/#comments

Julho 15, 2009 at 5:52 pm

Prezado Leandro,

A sua reflexão sobre a discussão econômica na mídia é algo que me intriga também – só que não é só na mídia.

Ao entrar em qualquer livraria, ao se deparar com os livros em destaque você notará um grande números de livros na linha do “Como ficar rico na bolsa” ou “Invista como Warren Buffet”.

Eu deploro isso. Na minha visão, o que está por trás deste processo é a vontade de se ganhar dinheiro fácil. E o pior é que não existe dinheiro fácil na bolsa – quem ganha fácil é porque teve sorte. Os campeões deste mercado ganham mais do que perdem e no longo-prazo.

Eu sou um autodenominado evangelizador da cultura do crédito. Falo sozinho, não é? Quem mais procura explicar como funciona este instrumento, este mercado? Para falar sobre bolsa tem fila de especialista.

E se tem muita oferta de guru, livro, blog, programa e notícia na mídia é porque…tem consumidor, tem ouvinte e leitor.

Eu tenho uma visão que a imensa maioria dos brasileiros não tem interesse em crédito – acham que “é assim mesmo e não tem solução” e “que banco é tudo igual”. Então, quando surge alguém falando sobre o tema não ninguém dá bola. E pagam juros altos…

Quanto à economia real, acho que há bastante espaço, mas nada comparável com o mundo maravilhoso das bolsas.

O que você chama de fomento de mais debate é o que eu chamo, por exemplo, de educação creditícia, i.e. capacitar o cidadão para que não seja lesado por juros tão altos. E em nosso país há espaço para um grande número de programas/debates voltados à capacitação, pois este é uma nação que nunca investiu em educação (em qualquer nível)…

Obrigado pela contribuição + abraços,
F.

Grande Fernando. Muito bom seu comentário.

 

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Que tal começar a mudar sua vida financeira? Poupe hoje.

Entre em contato: cleber9998@gmail.com

Cartão de crédito – o vilão do endividamento

Reproduzo post da Silvia Alembert do wikisite Dinheiro é Bom e Eu Gosto do Limão:

Novamente o cartão de crédito é o vilão do endividamento.

Sem nenhum planejamento financeiro, com o desemprego batendo à porta, com a tentação das propagandas incentivando compras a prazo (e longos prazos…), não dava para visualizar outro cenário, a não ser este descrito abaixo.

E de novo o ensinamento: “Se você não tem dinheiro para comprar à vista, você não pode comprar de jeito nenhum!”

Cartão de crédito é o maior vilão do endividamento

Marinella Castro – Estado de Minas

20.07.2009

Nos últimos cinco anos, o peso das compras parceladas engoliram o orçamento do consumidor, sendo responsável por quase 70% das contas em atraso. O cartão de crédito é o principal vilão do índice. De 2004 para cá, o dinheiro de plástico ganhou espaço, competindo com o cheque e o crediário. Mas a facilidade de fazer prestações, para adquirir desde eletrodomésticos até alimentos e serviços do salão de beleza, chegou com o descontrole das finanças. No período, o peso dessa forma de pagamento quase dobrou no comprometimento do orçamento doméstico, saltando de um percentual de 20% para 37%. Entre as dívidas do consumidor, o cartão passou da quinta colocação no ranking das contas em atraso para o primeiríssimo lugar, ultrapassando com folga até mesmo os atrasos com as contas de luz, que historicamente têm ocupado posição de destaque no pódio do desequilíbrio financeiro.
 

Juntas, as dívidas com os cartões de crédito, o chamado private label (cartão de lojas) e as prestações em geral respondem por mais de 67% das contas em atraso. Os dados comparativos estão no Índice de Confiança do Consumidor (ICC), medido em junho de 2004 e junho deste ano, pela Fundação Ipead/UFMG, em parceria com a Federação do Comércio de Minas Gerais (Fecomércio-MG).

Em junho de 2004, o cartão de crédito aparece entre as cinco maiores dívidas do brasileiro. Daí em diante o movimento é ascendente. Em 2006, a modalidade ganha duas posições, ocupando o terceiro lugar, e este ano dispara como líder absoluto. “O planejamento e a educação financeira não chegaram com a mesma velocidade que a ampliação do crédito, e é aí que está o risco”, comenta a coordenadora do Departamento de Economia da Fecomércio-MG, Silvânia Araújo. Segundo ela, o despreparo do brasileiro para administrar o crédito aparece em diversas faixas de renda, sendo pago com elevadas taxas de juros. “O crédito é importante, mas, se não é planejado, tem um lado perverso.”

A vendedora Ivani Dutra Ribeiro está a procura de um novo emprego. Enquanto isso, tenta equilibrar as finanças com o auxílio do crédito. Hoje, a vendedora tem um cartão comercial e um private label, mas o número de bandeiras em sua carteira já foi maior. Ela decidiu reduzir a quantidade exatamente para cortar gastos. “O cartão é muito bom pela facilidade de comprar com prazos. O risco é que a gente gasta um dinheiro que não tem. Já fiquei descontrolada algumas vezes e agora presto atenção.” Para pagar as contas em dia, a consumidora entrou em uma espécie de ciranda. “Saco dinheiro de um cartão para pagar o outro. Assim não atraso as contas”, explica.

A facilidade para comprar pagando com um dinheiro que muitas vezes não tem em caixa fez o número da inadimplência crescer. Apesar disso, os cartões de crédito ainda têm espaço a conquistar. “As altas taxas de juros compensam a inadimplência. Os últimos números do setor mostravam que cerca de dois terços da população economicamente ativa ainda não têm cartão de crédito”, comenta Miguel José de Oliveira, vice-presidente da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac).

Entre as dívidas que mais pesam no orçamento doméstico, despesas básicas têm destaque. O aluguel perdeu espaço, entre 2004 e 2009, reduzindo seu peso no orçamento doméstico de 13% para 4%. O uso da água também está mais programado e o peso do item foi reduzido no período de 34% para 19%. Já a conta de luz continua pesando no endividamento das famílias. “Existe um espaço entre o atraso da conta e o corte do serviço, daí a liderança do item”, lembra Silvânia Araújo. Ela ressalta também o crescimento do consumo de eletrodomésticos nos últimos anos.

Câmara aprova educação financeira nas aulas de matemática

Leia no UOL Educação:
Agora vamos precisar ensinar aos professores para eles repassarem para a garotada. Muito boa iniciativa.
Cléber Miranda - Educação Financeira
Cléber Miranda – Educação Financeira

Educação Financeira

Um amigo que postou comentário aqui no blog me falou a respeito de Educação Financeira. O Fernando Blanco tem um blog muito bom sobre crédito. Exatamente, esse ser que está corroendo as economias, ou a falta delas, dos brasileiros todos os dias em horário nobre.

Como eu trabalho na Educação fica fácil tratar do tema. Acho mesmo, como já disse outras vezes, que nós carecemos de educação financeira de berço no Brasil. Também acho que deveríamos ensinar finanças na escola, desde cedo.

Eu faço a minha parte com sobrinhos e agregados da família. Todos eles tem ‘cofrinho’ e a gente sempre conversa com eles.

Napoleon Hill diz que não existe sucesso na vida sem economizar. Viva!

Isso dito pelo maior escritor sobre sucesso pessoal que já existiu. Vou me esforçar para falar cada vez mais de educação financeira. Eu me dedico a isso. Quero recuperar o quebrados e ajudar outros a não quebrarem.

Vamos dar uma forcinha para que o nosso país seja grande e fornte. POUPANDO.

Aprender de finanças para economizar, investir e enriquecer.

É PRA JÁ!